o riachense

Sexta,
31 de MarÁo de 2023
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O que dizer sobre algumas coisas em que nos meteram?

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A C√Ęmara est√° muit√≠ssimo endividada (perto dos 40 milh√Ķes), seguindo o conceito de gest√£o irrespons√°vel, populista, ou utilizando um adjectivo agora mais exemplificativo, jardinista, de achar que n√£o faz mal gastar o que n√£o se tem, desde que se fa√ßam obras que elevem os respons√°veis no palco pol√≠tico do desenvolvimento aparente.

A reorganiza√ß√£o administrativa vem a caminho, com a cidade torrejana finalmente a observar a extin√ß√£o das v√°rias freguesias que n√£o servem para nada, pois j√° √© tudo feito pelos servi√ßos da C√Ęmara, como √© normal numa povoa√ß√£o com a dimens√£o de Torres Novas. Segundo os crit√©rios alinhavados pelo governo, Riachos ir√° manter a Junta, que na pr√°tica pouco mais √© do que um mero s√≠mbolo da auto-determina√ß√£o local, ou uma extens√£o dos servi√ßos de manuten√ß√£o da C√Ęmara. Quanto ao resto do concelho, h√° Juntas que podem tamb√©m vir a desaparecer, possivelmente nalgumas nas freguesias rurais que j√° est√£o sem m√©dicos, sem escolas e sem outros equipamentos que ajudam a manter a popula√ß√£o. Mas houve uma proposta levada a vota√ß√£o na assembleia destinada a baixar o IMI nas freguesias rurais que foi chumbada pelos pr√≥prios presidentes de Junta das terras que beneficiariam disso, v√°-se l√° perceber porqu√™. Come√ßa agora, ou deveria come√ßar, a reflex√£o em torno dos moldes em que v√£o ver reajustada a sua administra√ß√£o.
Na assembleia municipal já se fala com fatalidade do fecho das urgências hospitalares e, quem diria, a eventual venda do hospital até nos parece destoar pouco da ideologia do actual governo.
A ironia da capa desta edição de o riachense, um dos carros engalanados desenhados pelo professor Meireles para a festa da Bênção do Gado de 1966, num tempo de imaginação do porvir hoje invertido. Em Riachos, o caminho era o progresso, dizia-se de cada vez que se ajuntava o povo com vontade de celebrar a sua festa e identidade. Hoje há alguém que arrisque um tal optimismo?

 

André Lopes

 
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