o riachense

Sexta,
01 de Julho de 2022
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Mudaram os músicos e a orquestra continua afinada

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Atl. Riachense 4 – Fazendense 1 Bom regresso da equipa do Atlético aos jogos de campeonato, na casa onde se sente verdadeiramente aconchegada no colo dos adeptos, sempre em bom número. A equipa apresenta algumas diferenças notórias relativamente à base que se sagrou campeã, mas não perdeu qualidade nem a vontade de vencer. Apresenta agora menos poder de choque no ataque, mas, em contra-partida, ganhou cérebro, classe e experiência no miolo, a zona onde se pensa o jogo. Por outro lado beneficiou, na nossa opinião, do facto de ter encontrado um Fazendense aparentemente mais fraco que na época passada, o que, tudo junto conduziu, paulatinamente à primeira goleada da época. A equipa de Riachos dominou claramente durante toda a primeira parte, mas, curiosamente, foi a metade em que a eficácia concretizadora foi menor. A entrada em jogo foi avassaladora e a equipa riachense foi sempre senhora do jogo, apesar de nos úlimos minutos os forasteiros terem crescido e darem ao jogo uma toada de maior equilíbrio. A segunda parte foi mais emotiva, com mais golos, mais dinamismo e maior equilíbrio, pois os fazendenses entraram melhor e chegaram a ter períodos de alguma supremacia territorial. Porém, as individualidades riachenses, fizeram a diferença, e foi esse o factor que fez dilatar o marcador. Em termos globais, a equipa mostrou que tem qualidade, a defesa continua coesa e forte (Paulito fez um grande jogo e Çává – alcunha que lhe dão pelo facto de ser oriundo de França – apesar de muito jovem, parece ser uma magnífica aquisição para o lado esquerdo da retaguarda. Na linha da frente, Leandro está ainda à procura do melhor encaixe com a maneira de ser da equipa, mas é no meio campo que mostra a diferença. De facto, o duo Bruno Lemos e Carioca (mesmo com este a jogar apenas a... 10 à hora!...) faz estragos em tudo quanto é sítio. E, então, nas bolas paradas, nem se fala! A arbitragem esteve bem no capítulo técnico, segurou bem o jogo e foi coerente no capítulo disciplinar, embora não se tenha livrado de protestos dentro e fora do relvado. Os cartões, aliás, só saíram do seu bolso por causa disso mesmo. José Manuel Martins com Samuel Martins Campo: Coronel Mário Cunha, tarde amena, algum vento, relvado razoável. Boa assistência. Arbitragem: Edgar Duarte, auxiliado por Valter Fortunato e Simão Fortivo. Atlético: Rrui Galrinho (5); Paulito (8), Pedro Galrinho (6), Luís Carlos (6), Çává (7), Moita (7), Marco Neves (7), Bruno Lemos (8), João António (5), Carioca (7) e Leandro (4). Treinador: Frederico Rasteiro Fazendense: Pedro Miguel; Madeira, Rebita, Lucas, Camião, Carrapato, Tocha, André Almas, Renato, Chaparro e Batata. Treinador: Afonso Alves Substituições: No Atlético entraram Miguel Luz (4), Nuno Paulo (3) e Diogo (2), para os lugares de Leandro (67’), J. António (71’) e Moita (79’). Não foram utilizados Bué (g.r.), Marco Gomes, Fábio e Micael. No Fazendense – sairam Renato (69’), Madeira (71’) e Batata (88’) entrando Dionísio, Tavares e Rogério Disciplina: Cartões amarelos para Bruno Lemos (33’), Çává (35’), e Pedro Galrinho (48’) nos riachenses e para Pedro Miguel (30’) e Chaparro (70’) nos fazendenses. Cartão Vermelho (por acumulação) para Pedro Miguel, aos 87’. Golos: 1-0, aos 5’, por Marco Neves, respondendo com uma cabeçada fulgurante a um magnífico centro de Paulito, depois de grande jogada entre este e Bruno Lemos; 2-0, aos 58’, por Carioca, grande pontapé em livre directo; 2-1, aos 63’, por Chaparro, que aproveitou da melhor forma um salto em falso de Rui Galrinho; 3-1, aos 69’, por Luís Carlos, com boa entrada de cabeça a um canto marcado por Bruno Lemos; 4-1, aos 87’, por Carioca, a tocar a bola para a baliza, no meio de grande confusão de pernas no coração da área.

Actualizado em ( Quarta, 09 Setembro 2009 01:12 )  
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