o riachense

Sbado,
13 de Julho de 2024
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“Faltam-nos estruturas adequadas, nomeadamente um relvado sintético, para competir de igual para igual com os outros clubes”

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Ao longo das próximas edições o riachense irá fazer uma viagem pelo futebol jovem do Clube Atlético Riachense

, de forma a tornar público o trabalho que vem fazendo nas classes de formação do clube.
Neste primeiro registo conversamos com Luís Carlos Dias, o responsável da formação no clube, desde há seis anos.

Aos 43 anos, o bancário de profissão, recorda com afeição as responsabilidades directivas que começou por ter no clube, há mais de vinte anos. E foi há meia dúzia de anos que regressou ao Atlético para relançar o futebol jovem, na altura sem actividade por falta de campo de treinos.
Daí para cá tem sido o responsável máximo do futebol jovem e já começa a ver resultados do trabalho efectuado, como é o caso da conquista, na época passada, dos campeonatos distritais de Iniciados e Juvenis, no nível 2, ou seja, em linguagem antiga, da segunda divisão.
Na época que agora se inicia, o Atlético Riachense apresenta seis equipas nos escalões de formação: Juvenis e Iniciados, no futebol de onze, e Infantis (2 equipas) e Benjamins (2 equipas) no futebol de sete, a que se juntam ainda as equipas de Petizes (7 e 8 anos) e Escolinhas (5 e 6 anos), num total de mais de uma centena de crianças e jovens a praticar a modalidade.
“O que nos move não são os resultados, embora todos gostemos de ganhar” refere Luís Carlos e acrescenta: “Pretendemos fomentar a prática desportiva nos miúdos e contribuir para a sua formação social, incutindo-lhes o gosto pelo trabalho em conjunto e o espírito de equipa”.
É segundo esta perspectiva que o clube tem optado por não ir buscar miúdos fora da terra para o representar, quer pelos custos que isso acarreta, quer porque o próprio gosto que os jovens atletas ganham pelo clube é sempre mais genuíno.
Na opinião de Luís Carlos Dias “o maior problema que se coloca ao desenvolvimento do futebol jovem em Riachos é a falta de estruturas adequadas, nomeadamente um relvado sintético, que pudesse ser utilizado por todos os escalões. Sem essas condições estamos limitados à partida”.
E confessa que “sempre que é possível, as classes jovens jogam no relvado do Coronel Mário Cunha, mas é sempre difícil conciliar essa utilização com os seniores, utilizadores naturalmente privilegiados do relvado”.
Mesmo com as condições precárias que existem, num sistema “semi-organizado” e a viver da carolice de uma vintena de amigos, como nos refere o dirigente, o trabalho desenvolvido nos últimos anos tem sido positivo, para o clube e para os miúdos.
Financiar as classes jovens do futebol custa cerca de dez mil euros por ano, entre inscrições, inspecções médicas, despesas de manutenção do campo de Casais Castelos e deslocações, verba que se vai conseguindo através do apoio de algumas empresas e da colaboração dos pais que pagam uma jóia de vinte euros no início da época e mais 2,50 euros de mensalidade para ajudar nas despesas.
Em jeito de remate final da breve conversa, Luís Carlos Dias diz-nos com satisfação: “Se no final do ciclo de formação, quando chegarem aos juniores, se conseguir o aproveitamento de 2 ou 3 jogadores para os seniores, será muito bom e estaremos a contribuir para retomar um Atlético à antiga”.

 

Actualizado em ( Quarta, 20 Outubro 2010 17:42 )  
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