o riachense

Sbado,
13 de Julho de 2024
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Campeões com mérito

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O Atlético Riachense foi, sem dúvida, a melhor equipa do campeonato e deixou todos os adversários bem longe em termos pontuais e exibicionais.
O Alcanenense, que nunca escondeu que o seu objectivo era ser campeão distrital, o U. Tomar que mesmo estando em crise financeira permanente, não deixou de ser um conjunto aguerrido e lutador, um Cartaxo que foi a única equipa a levar um ponto de Riachos nesta época, e um Torres Novas mais dócil e menos competitivo durante toda a campanha, cedo ficaram pelo caminho no que respeita à corrida do título.
Foi o Amiense quem mais e durante mais tempo resistiu a uma temporada, de facto, avassaladora do melhor conjunto em prova, mas não conseguiu nos momentos decisivos, como foi o caso do domingo passado, mostrar argumentos suficientes para anular a vantagem conquistada pela turma de Frederico Rasteiro ao longo da época.


Uma equipa de (bi) campeões

Um conjunto de jogadores que se completam, desde o experiente Rui Galrinho na baliza e um sector defensivo bem seguro com um trio de centrais de luxo (Luís Carlos, Pedro Galrinho e Saul), um Milú acertado, a rapidez arrojada de Ça Va e ainda Marco Gomes a fazer todo o corredor direito, muitas vezes a causar perigo na área adversária.
Murcela e Pedro Moita sempre a cumprirem bem quando chamados (em duas épocas, o Atlético não perdeu um único ponto com Moita em campo), tal como Nuno Paulo, deram consistência à equipa onde Carioca e Bruno Lemos lideraram o meio-campo de forma exemplar. Estes últimos assumem-se, com pouca margem para dúvidas, como os melhores médios a actuar no distrital.
O experiente e sapiente Leandro e os endiabrados e velozes Marco Neves e Miguel Luz bastas vezes fizeram estragos nas defesas adversárias.
Outros jogadores menos utilizados, como Rafa, Paulito, Diogo, Moreira, Fábio Pereira, Mikael, os guarda-redes João Alcobaça e Fábio Piedade, e João António (obrigado a abandonar por razões pessoais), também contribuíram para o sucesso colectivo e demonstraram que têm condições para integrar uma equipa de campeões.
O timoneiro do grupo, Frederico Rasteiro, e os seus adjuntos Nando Costa, António José e Mário Ferreira, e o director desportivo, Miguel Cunha, têm neste título o prémio para mais uma época bem conseguida, em que souberam trabalhar os recursos de que dispunham da forma mais conveniente e acertada a cada momento, tal como os massagistas, Serra e Armando, sempre disponíveis para sarar as mazelas de cada um.
 
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