o riachense

Sbado,
13 de Julho de 2024
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Directores das secções do Atlético descontentes com falta de apoio da direcção

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O presidente do Atlético Riachense, Jorge Pereira, afirmou em entrevista a o riachense, publicada em Março, que apesar da direcção ter decidido que as várias secções do clube teriam que ser autónomas desde o início desta época, continuou a suportar transportes, seguros, inscrições e utilização das instalações.
Esta afirmação deixou os responsáveis das secções irritados, pois dizem que ainda não receberam qualquer apoio.
“Todas as despesas do futsal feminino têm sido suportadas pela secção. O clube não gastou um tostão connosco”, afirmou Emídio Grilo, líder da equipa que se tornou novamente campeã distrital da 1.ª divisão. Com um orçamento de seis mil euros, o responsável teve de se esforçar para angariar as verbas necessárias para transportes, seguros, inscrições, tratamentos médicos, equipamentos, lanches, etc.
No entanto, Emídio Grilo até percebe que o clube ainda não tenha disponibilizado qualquer verba, porque o subsídio camarário relativo à época 2009/2010 ainda não foi sequer atribuído: “Não sei se ainda vamos receber alguma coisa, mas espero que sim.
No que respeita ao pavilhão desportivo, as despesas são suportadas pela câmara, uma vez que se trata de um equipamento municipal.
Posição idêntica tem José Mota, director da secção de atletismo: “Não recebemos um cêntimo. Temos de suportar tudo: seguros, inscrições, deslocações e lanches. Só com uma carrinha gastamos 1800 euros numa reparação”. A secção, que tem um orçamento de 10 mil euros, tem conseguido angariar receitas com a organização de diversas actividades como noites de fados ou venda de rifas. Quanto às verbas atribuídas pela direcção, é taxativo: “A secção nunca soube qual a quantia que a Câmara atribuiu ao Atlético para o atletismo”.   
Por outro lado, José Mota está também algo desiludido com a forma como as autarquias têm fomentado o desporto no concelho: “A Câmara e a Junta de Freguesia de Riachos, pura e simplesmente não apoiam o desporto. Existem outros clubes na região que recebem certinho todos os meses”.
Já Luís Carlos Dias, responsável pelo futebol juvenil, foi mais cauteloso: “Ficou combinado assim no início da época e foi uma maneira de obrigar os directores a trabalhar para angariar receitas”. O orçamento do futebol de formação é de 15 mil euros, suportado quase na totalidade pela secção. “Apenas não pagamos água, electricidade e gás”, rematou.
Tentamos também obter um comentário de Luís Gonçalves (judo), Carlos Malois (futsal masculino) e João Luís Carvalho, mas até ao fecho de edição não foi possível o contacto. N.M.
 
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