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Monumento ao associativismo riachense vai ser implantado no Tocha

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A estátua projectada por Gomes Pereira, José Coelho e Masofi foi aprovada pela Câmara
 
Depois da nega dada pela tutela municipal e da consequente reformulação do projecto, finamente a Câmara deu o ‘sim’ à implantação de um monumento ao associativismo riachense no Jardim da Vila. Falta agora a verba para o concretizar.
 
Estávamos em 2010 quando foi criada a comissão Perpetuar a Cultura Riachense, com o objectivo preciso de erigir um monumento em homenagem ao Rancho Folclórico “Os Camponeses”. Gomes Pereira, José Coelho e Masofi fizeram uma primeira maquete que, após um período de auscultação pública de angariação de fundos, acabou por ser alterada.
 
Segundo a comissão, constituída por Farinha Paula, Diamantino Maurício, Rosa Pamole e José Manha, a abertura foi “extraordinária e, de tal modo elucidativa”, que a levou a adaptar o projecto para uma outra coisa, algo “mais ambicioso, de muito maior responsabilidade, mais condizente com o bairrismo, com a postura e amor à sua terra que os riachenses sempre demonstraram”. Estendeu-se a abrangência da iniciativa e passou-se para o conceito de homenagem às colectividades no seu todo, com o “monumento ao associativismo riachense”.
 
Dez meses depois do primeiro pedido de licença à Câmara para instalação do monumento no Jardim da Vila, o projecto foi rejeitado pelo executivo. Frustrado o desejo, a ideia ficou em ‘águas de bacalhau’ à espera de melhores dias.
 
Foi já em 2012 que os artistas envolvidos apresentaram uma nova sugestão para o monumento, tendo já este ano recebido a aprovação da Câmara, o que deixou “exuberantes” os membros da comissão e os artistas.
 
Com 5,5 metros de altura e a ocupação de uma área de terreno de 4 metros, o monumento é, segundo a memória descritiva, um árvore em ferro de ângulos geométricos assente em quatro cubos, com um ninho implantado na copa. Foi concebido com base em “valores tão importantes como estabilidade, perfeição, harmonia, união, movimento, inovação e continuidade” e, segundo os autores, esteve presente a ideia de “criar o futuro preservando o passado” nesta “obra contemporânea que mantém os laços culturais com a tradição”.
 
A comissão está já no terreno a tentar arranjar meios financeiros para fazer a escultura, mas entretanto deparou-se com o cancelamento de um apoio substancial que parecia estar bem encaminhado. A comissão diz que este revés “impulsionou-nos a todos para um ainda maior desafio” e adianta que vai bater às mais variadas portas e realizar eventos para angariar fundos para o monumento e com ele “perpetuar a força, o querer, o bairrismo, o amor à terra que nós riachenses sempre mostrámos ao mundo”.

Actualizado em ( Terça, 12 Agosto 2014 13:52 )  
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