o riachense

Terça,
05 de Julho de 2022
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Atlético-Lourinhanense: foi quase como vencer um campeonato

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Foi quase como vencer um campeonato! 
Texto: José Manuel Martins
Fotografias: Manuel Lopes 
 
Primeira nota: o público afecto ao Atlético correspondeu bem ao apelo feito por Paulo Costa durante a semana, acorrendo em grande número ao campo de futebol de Riachos para apoiar a equipa no jogo decisivo da época: estavam à volta de setecentas pessoas nas bancadas, maior assistência da época. Tomara ver isso em muitos jogos das ligas profissionais!
 
Segunda nota: este árbitro vindo do Porto (sabe-se lá porquê), para além de ter tido um desempenho manhoso e espertalhão, ultra tendencioso, à boa maneira de artista que inclina o palco para um lado, foi malcriado para os jogadores. Os responsáveis que nomeiam estas personagens, têm que saber que, se no Norte não é ofensa mandar, às claras, alguém para o c…lho e outros palavrões do género, cá no Sul, é! E isso deve ser proibitivo para quem se designa de juiz de alguma coisa! Mas já voltaremos a falar dele, infelizmente…
 
Esta equipa da Lourinhã mereceu perder o jogo! Só se viu alguma coisa de jeito dela nos primeiros dez minutos do desafio, a explorar claramente o vento favorável. No resto do tempo, foi a equipa dos chutões prá frente! Sempre! Não se lhes viu uma única jogada de pé para pé, com, pelo menos, três toques em progressão. Muito pouco para quem tanto queria. 
 
Os riachenses tiveram um desempenho para a história do clube! Digno das camisolas e do emblema. No resto da primeira parte puseram a redondinha no chão e o adversário passou a sentir-lhe o cheiro, apenas. As jogadas de ataque foram de tal forma avassaladoras que as oportunidades só não deram em goleada por falta de sorte ou de pontaria! A vantagem mínima ao intervalo era uma bênção para os visitantes.
Na segunda parte só deu…árbitro! O homem lá julgou que estava na altura de também ser estrela do jogo e leva de asneirar a torto e a direito, muito especialmente no capítulo disciplinar, castigando, claramente a melhor equipa, a da casa, protegendo, com laivos de escândalo, a equipa forasteira. Só mesmo a galhardia dos riachenses, a jogar em inferioridade numérica em metade do tempo do jogo, aguentou os doze (!) adversários até ao final. Ficou, por isso, um certo cheiro a heroísmo no suor dos jogadores riachenses. Mas atenção: neste filme de desgraça arbitral, não entraram os árbitros auxiliares. Ambos estiveram muito bem e nada tiveram a ver com a actuação desgraçada do chefe de equipa.
 

Campeonato Nacional de Seniores – Série F - Fase Final  (descida) - última jornada
24/5/2014- Estádio Coronel Mário Cunha

Atlético Riachense, 1 – Lourinhanense, 0

AT. RIACHENSE
Telmo (5); Pedro Galrinho (3), Saul (4), João Alves (4), Gonçalo (4), André Vieira (5), Jardel (4), Jota (5), Bernardo (5), Bruno Lemos (5) e Freitas (4)
Substituições: Freitas (55’) por Carioca (3), Jardel (82’) por Pelé (2) e Bruno Lemos (92’) por Prates (-). Não foram utilizados por Paulo Costa: Abelho, Santos, Luís Pedro e Nelson Vicente. Disciplina: amarelos para Saúl (40’), Pedro Galrinho (48’; 49’), João Alves (58’), Bruno Lemos (74’), Jota (86’) e Bernardo (88’); Vermelho par Pedro Galrinho (acumulação) e Carioca (95’, directo). Golo: Freitas (26’)

LOURINHANENSE
Adolfo Leite; Paulinho, Hugo Évora, Diogo Martins, Nelson Rocha, Paulo Inácio, João Ferreira, André Santos, Angola, Ricardinho e Pedro Fonseca.
Substituições: Angola por Fábio Portela (84’) e André Santos por Serghey (92’). Não foram utilizados por Ricardo Manuel: Marco Basílio, Hugo Pinto, Daniel Nunes, Maxim e Tiago Ramos. 
Disciplina: amarelos para Adolfo Leite (70’), Évora (75’), Angola (79’) e Nelson Rocha (94’)  

ARBITRAGEM
José Rodrigues, auxiliado por Daniel Santos e Emanuel Moreira (equipa da Associação de Futebol do Porto)

 
 
 
 
 
 
 
 
Actualizado em ( Domingo, 25 Maio 2014 15:50 )  
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