o riachense

Domingo,
05 de Abril de 2020
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Editorial - 27 de Janeiro

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Este jornal foi acompanhando ao longo de três décadas o evoluir da localidade de Riachos, como sítio para viver e onde viver.

Recentemente o filme americano Avatar foi censurado na China e no Vaticano.

Num lado porque apelava a sentimentos de associação que poderiam levar o povo a insurgir-se contra injustiças atrozes, no outro porque fazia a apologia de religiões naturalistas… Não é que o filme tenha realmente um enredo que comprometa os espectadores, mas o seu poder vem do facto de simplesmente ter tido muitos, mesmo muitos espectadores.
Isto parece não ter nada a ver, mas se Riachos não anda nem desanda, é porque não há obras possíveis que tragam aos planeadores uma exposição que valha a pena o trabalho.
É de facto abominável que os mesmos exactos problemas de infra-estruturas e urbanismo que existiam há vinte anos, continuem a existir em Riachos. O largo, as escolas, os esgotos, a Costa Brava, a zona industrial, os passeios, o pavilhão. Imagine-se que até um tanque de natação está no programa da actual junta … É por isso que a pachorra riachense vai dando lugar ao alheamento e cada vez mais apetece ouvir música, ver filmes, ler livros, ver a bola, folhear as páginas do passado… e constatar que as notícias continuam actuais.

 
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