o riachense

Domingo,
29 de Novembro de 2020
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Assembleia de Freguesia aprova projectos com a “visão conjunta e vontade política” de todas as forças representadas

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O diálogo da Junta com os membros do BE, os mais interventivos, levou à aprovação unanime de vários documentos

Não tivemos um Sócrates nem um Passos Coelho e o António Costa não é o José Júlio, mas o nível de diálogo e concordância verificado entre as diferentes bancadas da nova Assembleia de Freguesia, eleita no mesmo dia que o Parlamento, é inédito, ou pelo menos pouco frequente. 

Numa só sessão, convocada extraordinariamente e a primeira desde as eleições de Outubro, foram aprovados por unanimidade vários projectos estruturantes e que se podem considerar arrojados, nomeadamente a intervenção no Largo da Igreja Velha, a definição da Área de Reabilitação Urbana para Riachos, o projecto de reabilitação e ampliação da Casa do Povo, medidas de protecção ao rio Almonda, além do contrato de delegação de competências para o Espaço do Cidadão, das novas taxas do cemitério, do voto de pesar pela morte de António Pereira de Sousa, o Tonho Poupa, e o voto de louvor à iniciativa Vamos Salvar o Almonda.
 
Na discussão dessa noite de 3 de Dezembro, na Casa do Povo, praticamente não se notou divisão entre oposição e governo da freguesia, mas sim contribuição das diferentes partes para a acomodação mútua dos projectos. Como prometeu na tomada de posse, José Júlio Ferreira mostrou-se propenso ao diálogo com toda a Assembleia, onde o PS dispõe de maioria absoluta, para partilhar as decisões e não apenas confirmar as decisões já tomadas pela Junta.
 
Só não houve unanimidade na votação da proposta para reabilitação do Mercado de Riachos, apresentada pelo Bloco de Esquerda, porque José Júlio Ferreira aconselhou a Assembleia a aguardar mais algum tempo pela conclusão do processo de aquisição do espaço pela Câmara.
 
Ainda assim foi uma “Assembleia histórica”, tal como a definiu o presidente da Junta, referindo-se ao impacto que a execução das propostas aprovadas poderão ter na freguesia. E houve aprovação para todos os gostos: argumentação do BE seguida de aprovação do PS e CDU (Casa do Povo), argumentação do PS seguida de aprovação do BE e CDU (Largo) e até uma proposta do BE apresentada após negociação prévia com o PS (protecção do rio Almonda).
 
Enquanto no final da sessão José Júlio Ferreira agradeceu ao Bloco de Esquerda o “contributo valiosíssimo que deu para começarmos a andar com estas coisas para a frente” os bloquistas escreveram no facebook que “as forças políticas representadas - PS, BE e CDU - mostram, assim, que possuem uma visão conjunta para Riachos e vontade política para concretizarem projectos fundamentais para a nossa vila”.
 
Acima de tudo, o que ficou desta sessão é a sensação de que os novos órgãos da freguesia, Junta e Assembleia, não querem ficar parados a ver a vida passar ao lado.
 
 
Actualizado em ( Sexta, 18 Dezembro 2015 12:29 )  
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