o riachense

TerÁa,
20 de Novembro de 2018
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Manuel Ferreira

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Uma ideia para Riachos

Méritos e necessidades

Os Riachenses de um modo geral ¬†s√£o trabalhadores, audazes, empreendedores, auxiliares ben√©volos dos que precisam, francos no tratamento, orgulhosos da sua terra, conviviais (√© impressionante o n√ļmero de associa√ß√Ķes que servem e dirigem com sentimentos cordiais), unidos nos eventos locais, em que muitas horas s√£o gratuitamente empenhadas no seu sucesso e muitas outras coisas.

O que seria necess√°rio para Riachos?
 
-¬†Um aux√≠lio r√°pido e eficaz da parte de assinantes e conterr√Ęneos para que o jornal ‚ÄėO Riachense‚Äė se publique por muitos anos, pois a sua situa√ß√£o financeira n√£o √© das melhores, como todos sabemos. ¬†

-¬†Respostas √† execu√ß√£o das obras citadas neste jornal por Jaime Figueiredo e outras, como por exemplo a repara√ß√£o do tapete de algumas estradas, ruas, passeios mais adequados √†s pessoas de idade‚Ķ, respostas √†s quais os respons√°veis fazem ¬ęouvidos de mercador¬Ľ. Pe√ßamos mais considera√ß√£o, respeito, justi√ßa e equidade por parte de quem dirige, tanto localmente, como a n√≠vel nacional.
 
Aux√≠lio r√°pido e eficaz ao jornal ‚ÄėO Riachense‚Äô, porque ele √© o elo de liga√ß√£o permanente entre todos os Riachenses e assinantes das redondezas, o que j√° √© muito importante, mas tamb√©m de todos os que por ele se interessam em ¬†qualquer parte do mundo onde vivam, pela informa√ß√£o, pelo orgulho da sua exist√™ncia que reaviva saudades, por mais longe que nos encontremos.
 
Quanto à surdez de que somos vítimas por parte do poder regional e nacional, é um problema que temos todos de resolver a médio e a longo prazo. Vai ser difícil e é preciso a união de todos nesta tarefa.
 
H√° dias, numa conversa, falou-se na honestidade dos pol√≠ticos. Chegou-se √† conclus√£o que havia uns mais honestos e outros menos. Isto seria muito mais s√©rio se antes (de ¬ęs√©rio¬Ľ) n√£o houvesse adv√©rbio. √Č preciso p√īr gente honesta √† frente dos seus destinos. Algu√©m que saiba servir os seus s√ļbditos em ¬†vez de se servir a si mesmo. Algu√©m que n√£o minta descaradamente, apregoando o falso como verdade. Que n√£o se desloque em carros de luxo a custo do contribuinte. Que utilize os transportes p√ļblicos ou o seu pr√≥prio ve√≠culo √† semelhan√ßa dos dirigentes dos pa√≠ses n√≥rdicos, mais ricos do que Portugal. Que diminuam os seus sal√°rios em tempo de crise, solid√°rios com os cidad√£os que a isso foram obrigados.
Temos de ser ouvidos!
 
Mas as elei√ß√Ķes v√™m a√≠. E cada pa√≠s tem o governo que merece.
 
Actualizado em ( Quinta, 24 Setembro 2015 15:47 )  
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