o riachense

Quarta,
02 de Dezembro de 2020
Tamanho do Texto
  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size

A Manjerico é uma loja de iguarias

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
Eduarda Mateus abriu uma loja em Riachos que vende coisas para comer e para oferecer
 
Podemos chamar-lhe mercearia fina porque os produtos que disponibiliza passam por um crivo da qualidade e, acima de tudo, porque não se encontram em qualquer supermercado. Mas na verdade trata-se de uma loja de iguarias e, lá por terem o calibre para serem oferecidas, não quer dizer que sejam propriamente finas.
 
Eduarda Mateus rejeita mesmo o termo gourmet, que diz ser enganador porque leva a pensar em preços altos, quando muitos dos produtos que vende são de consumo diário e não excepcional, e acessíveis a qualquer carteira. Apenas são especiais porque são todos regionais e seleccionados.
A gerente da loja que abriu na rua de Santo António, encostada ao Cabeleireiro Valadas, dedicou-se ao comércio depois de 20 anos a cortar cabelo e, apesar de se mostrar satisfeita com a crescente adesão do público, ainda está a apalpar o terreno no que se refere à oferta, que também cresce de semana para semana. A pastelaria, por exemplo, é um campo a explorar.
 
Os produtos que vende são bons, tanto para comer como para oferecer enquanto presente. Nesta vertente também entra o artesanato de vários artesão locais, que ali têm os seus produtos em regime colaborativo, à imagem do que tem sido feito nos últimos Natais naquele mesmo sítio, em iniciativas pontuais.

Porque estão na moda os produtos regionais – curiosamente, cada vez mais valorizados nesta altura de crise - é interessante a oportunidade de fazer um cabaz de coisas produzidas na região, apimentado com outras invulgares, vindas de outras zonas do país.
 
Veja-se os exemplos: azeite riachense do Casal da Amendoeira (ou o premiado Capitoa), vinagres e molhos da Mendes Gonçalves (Golegã), pastéis de feijão de Torres Novas, as famosas trouxas-de-ovos e bolinhas da senhora Luísa Sentieiro, enchidos e queijos alentejanos seleccionados, pão fresco todos os dias (da Chancelaria), pão alentejano à sexta-feira, licor de chícharo de Alvaiázere (e os próprios chícharos, também vindos de lá), as originais Bolachinhas de Sousel (um sucesso de vendas), frutas desidratadas do oeste, onde se incluem coisas invulgarmente deliciosas como tomates desidratados super-doces e azeitonas achocolatadas, ou ainda os licores de bolota, poejo ou figo da índia feitos na Ponte de Sor.
 
Uma ampla escolha tem a garrafeira, dedicada a várias marcas regionais que não se encontram nas grandes superfícies, desde o verde de Ponte de Lima (o bom), ao espumante tinto ribatejano de Vale de Lobos, passando pelo já famoso vinho riachense Zé da Leonor.
 
Manjerico - Sabores e Tradições abriu ao público no dia 7 de Março e está aberto de terça a sábado das 9 às 19h. O sábado é o dia especial para provas.

Actualizado em ( Quarta, 01 Abril 2015 12:46 )  
{highslide type="img" height="200" width="300" event="click" class="" captionText="" positions="top, left" display="show" src="http://www.oriachense.pt/images/capa/capa801.jpg"}Click here {/highslide}

Opinião

 

António Mário Lopes dos Santos

Agarrem-me, senão concorro!

 

João Triguinho Lopes

Uma história de Natal

 

Raquel Carrilho

Trumpalhada Total

 

António Mário Lopes dos Santos

Orçamentos, coisas para político ver?
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária