o riachense

Sexta,
24 de Novembro de 2017
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José Moreira

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 Um país nas nossas mãos


Vamos arregaçar as mangas e ajudar a resolver a crise do nosso país. Será possível que possamos fazer a diferença?
Às crianças vamos ensinar que o mais importante não é o brinquedo mas sim a brincadeira. A felicidade não está em ter 30 prendas no Natal, mas sim em saber tirar o máximo partido daquilo que temos. E sobretudo os amigos com quem partilhamos. Redes virtuais não podem substituir a interacção real.
Se formos alunos vamos preocupar-nos em absorver o máximo de informação. Vamos aprender a respeitar professores e colegas. Vamos ter consciência que este estágio da vida custa muito dinheiro ao país, pelo que é nosso dever fazer com que valha a pena. São estas as ferramentas que levamos para a vida profissional. O que fazemos no nosso percurso escolar vai ter um papel decisivo no resto das nossas vidas. Não tenham a mínima dúvida!
Enquanto desempregados vamos à luta sem pudores, nem orgulhos. E caso não nos dêem oportunidades, aprenderemos um ofício e criaremos o nosso emprego. Afinal, antes da Revolução Industrial contavam-se pelos dedos das mãos as empresas que existiam e as pessoas que trabalhavam por conta de outrem. Vamos em frente sem receios. Não há nada mais dignificante que sentirmos que fazemos algo útil para a sociedade.
Enquanto trabalhadores vamos ser pragmáticos e faremos com que a nossa jornada de trabalho conte. Vamos acrescentar valor para a organização onde estamos inseridos. Se tivermos uma atitude positiva, espírito de melhoria e uma diferenciação pela qualidade, acabaremos por colher melhores frutos. Mesmo que não seja no imediato, vale a pena tentar. Um bom profissional terá sempre melhores oportunidades de progredir ou de arranjar um melhor emprego.
 Enquanto aposentados vamos fazer uso de parte do tempo disponível em prol da comunidade. Não vamos ficar acorrentados em frente à televisão horas sem fim e se estivermos com saúde, porque não abraçarmos em regime de voluntariado alguma causa ou um movimento cívico que seja gratificante? A reforma é só mais uma etapa na vida. Não deve ser encarada como um atestado de invalidez.
Enquanto consumidores, faremos escolhas responsáveis. Daremos preferência à economia local, procuraremos produtos nacionais e zelaremos pela emissão da factura. Privilegiaremos empresas que tributem os seus lucros em Portugal e não no estrangeiro. Quanto mais perto de nós ficarem os Euros que gastamos, maior é a probabilidade de voltarem ao nosso bolso!
Enquanto eleitores deslocar-nos-emos sempre às urnas. Reduziremos os níveis de abstenção, ainda que possamos e devamos manifestar o nosso descontentamento com votos em branco. Mostraremos aos políticos actuais que existe espaço para alternativas sérias e responsáveis. O populismo demagogo e as falsas promessas eleitorais como estratégia de caça ao voto, têm que acabar.
Ainda que estas medidas não sejam suficientes para resolver todos os males de que o País padece, é com pequenos gestos como estes que nos tornaremos cidadãos exemplares. E cidadãos exemplares que exijam governantes exemplares dão origem a países excepcionais!
Abrace estas ideias! Portugal precisa de si.
Actualizado em ( Quarta, 04 Dezembro 2013 17:06 )  

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