o riachense

Sbado,
05 de Dezembro de 2020
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O Atlético está na moda

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opinião de André Lopes

Não, não estou a dizer que a boa assistência do jogo com o Nacional foi devida a um qualquer hype. Nem que os jogadores mais jovens escolhem vir para o Atlético por ser fixe (não, vêm porque cá joga-se à bola como deve ser).

Mas falo do regalo que é para a vista a camisola nova do Atlético. Numa fase em que o retro pode estar na moda sem que ninguém ache retrógrado - no uso comum da palavra - o Atlético entrou em campo com o Nacional com uma camisola muito semelhante àquela com que jogou contra o Benfica em 1989, uma época depois do famoso equipamento da Umbro, que também deixou saudades. Há também quem veja na camisola nova semelhanças à da época de estreia na 3.ª divisão nacional (só que a gola era vermelha), que foi usada de 1995 até 2001, ano em que o Atlético foi campeão distrital pela primeira vez.
Na terça-feira passada, provou-se no relvado do Coronel Mário Cunha, numa noite de verão com aroma a bifanas e cerveja nas bancadas (o que também é um bocado retro, porque é proibido…), que a elegância é simples: quatro riscas pretas finas à frente, abas de colarinho branco longas como já não se vê, a evocar a memória de equipas inglesas da antiguidade, e sem emblemas à frente excepto o do clube no lado do coração. Calções bem negros e as meias também a valerem a pena o elogio: discretas, pretas, só com o elástico branco por cima, que serviria para as manter direitas se fosse realmente elástico.
Há equipas profissionais que obrigam os jogadores a falar no balneário apenas a língua do país respectivo. Eu já não pedia a lei do bigode para toda a equipa, mas as camisolas metidas para dentro dos calções, puxados acima do umbigo, compunham a moldura deste belo ‘sport’ com que nos presenteávamos em belas tardes de domingo a partir de Setembro. E já agora, o reboco nas bancadas, que parece que vem a caminho. Aleluia.
 
 
Actualizado em ( Terça, 20 Agosto 2013 18:53 )  
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