o riachense

SŠbado,
15 de Junho de 2024
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Tempo de resistência

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Continuam tristes e perturbados os tempos que vivemos. Nesta edi√ß√£o, damos sequ√™ncia aos retratos da crise econ√≥mica como √© sentida na nossa regi√£o, virando agora as aten√ß√Ķes para algumas empresas que resistem como podem, esperando por tempos melhores no futuro.
√Č tamb√©m de resist√™ncia, e da constru√ß√£o de condi√ß√Ķes para continuar a viver, que damos conta a prop√≥sito das celebra√ß√Ķes de mais um anivers√°rio do Atl√©tico, que conseguiu juntar centenas de amigos em animada confraterniza√ß√£o, e nos primeiros passos para a constitui√ß√£o de uma rede de museus rurais, onde a base territorial se constitui como um elemento chave deste esfor√ßo de tentar que a cultura e o patrim√≥nio se tornem coisas quotidianas nas nossas vidas.
Em √©poca de carnaval, assistiu-se a mais um epis√≥dio da com√©dia de desgra√ßas em que se vai tornando o processo de desmantelamento do contrato social em que assentavam rela√ß√Ķes de trabalho, planos familiares, sonhos individuais: a tentativa de retirada dos direitos de viagem aos ferrovi√°rios, se em si pouca import√Ęncia tem √† escala do que se vai assistindo no Pa√≠s, vale sobretudo pelo que significa de desprezo por contratos assinados e pelas rela√ß√Ķes de confian√ßa com que pod√≠amos contar em grande parte da nossa organiza√ß√£o social. Agora, √© cada vez mais a imposi√ß√£o da for√ßa, a l√≥gica do poder, o oportunismo sobre os mais fracos.
Como se esse poder durasse sempre, como se a verdade fosse absoluta, como se o mundo tivesse que ser criado de raíz, por quem entende que ele deve ser conforme aos seus interesses. A história já mostrou, tantas vezes, como são de areia essas bases que agora se mostram sólidas e poderosas.
 
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